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Brasil tem mais de 9 milhões de jovens em situação de extrema pobreza

Trabalho infantil e falta de acesso à educação são outras mazelas


Na semana do Dia das Crianças, é necessário falar do futuro da juventude brasileira. Pesquisas mostram que a falta de acesso à educação, o trabalho infantil e a extrema pobreza são mazelas vividas por milhões de crianças e adolescentes no país. O Brasil ocupa o 99º lugar em um ranking relativo à proteção da infância e que engloba 176 países. A lista foi feita pela ONG Save The Children em 2019, e enquadra o Brasil como um lugar onde “crianças estão perdendo a infância”.


No mesmo ano, um levantamento feito pela Fundação Abrinq mostra que há mais de 9,1 milhões de crianças e adolescentes em situação de extrema pobreza (com menos de US$ 1,90 por dia, o que equivalia a R$ 151 por mês em 2019). Outros 9,7 milhões estão em situação de pobreza (são aqueles que vivem com menos de US$ 5,50, ou R$ 436). De acordo com a mesma pesquisa, mais de 1,8 milhão praticam trabalho infantil.


O cenário se agravou ainda mais com a pandemia de Covid-19, com o aumento da pobreza (veja esta matéria). Além disso, o número de crianças e adolescentes sem acesso à educação no Brasil saltou de 1,1 milhão, no ano de 2019, para 5,1 milhões em 2020, de acordo com o relatório da Unicef “Cenário da Exclusão Escolar no Brasil”.


Outro grande desafio a ser vencido é a mortalidade infantil. Em 2017, eram 12,4 mortes por mil nascidos vivos. Um dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) até 2030 é reduzir esse número para menos da metade.


Iniciativas como a do Instituto Bees of Love visam a ajudar crianças, adolescentes e adultos carentes. Durante a pandemia, o Instituto vem trabalhando incansavelmente para assegurar o direito à alimentação em ações nas ruas do Rio de Janeiro. Colabore e faça parte desse movimento! Saiba como doar aqui.


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