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Conheça cinco 'abelhas' que fazem parte do Instituto Bees of Love

Em comemoração aos dois anos do projeto, voluntárias relembram momentos marcantes

Há dois anos, a criação do Instituto Bees of Love uniu abelhas em prol de boas ações


Ainda em comemoração aos dois anos do Instituto Bees of Love, as 'abelhas', como chamamos as voluntárias do projeto, relembram suas histórias com o Instituto e os momentos marcantes dessa trajetória. Criado pela fundadora Georgia Buffara em 2019, o Bees of Love tem mais história do que idade, com muitas ações iniciadas antes mesmo da constituição do grupo atual. Cada uma com sua especificidade, é a união de todas essas características que garante que o Instituto siga em crescimento e proporcione cada vez mais ações para a cidade do Rio. Conheça cinco abelhas que fazem parte dessa colméia de solidariedade:


Nicole Buffara

Nicole Buffara, de 28 anos, é filha de Georgia Buffara e co-fundadora do Bees of Love. Inspirada pelas atitudes de amor ao próximo, que passaram de mãe para filha, cresceu rodeada de instituições de caridade e, há dois anos, ela e sua mãe começaram a vislumbrar a ideia de fundar a própria, até que Georgia sonhou com o nome ‘Bees of Love’. “Tudo aconteceu de forma perfeita, foi uma mensagem de Deus para a criação do Instituto que nos ajudou a espalhar esse canal de amor e de energia”, afirma Nicole. Economista por formação, Nicole também estudou culinária e, atualmente, vive no Marrocos, mas segue contribuindo à distância com as mídias do Instituto. Nicole também foi responsável pela criação do Bee Animal, parte do projeto que resgata e garante alimentação para animais de rua ou vítimas de violência.


Ana Beatriz Palhares


Outra abelha que está presente desde o início do Instituto é Ana Beatriz Palhares, de 54 anos, que cuida do controle de doações, logística das entregas e produção dos eventos do Bees of Love. A administradora conta que entrou no Bees antes mesmo dele ser criado, já que começou a participar de ações com a Georgia há dois anos e meio. “Foi só alegria! Uma coisa que me marca no projeto é a diferença que faz olhar para as coisas com gratidão, algo que aconteceu comigo depois que entrei no projeto. Um dia, eu estava passando na rua e vi uma árvore cheia de mensagens de superação. É uma árvore perto da minha casa e eu nunca tinha percebido ela ali. Acho que esse olhar de procurar algo legal, de enxergar o melhor nas pessoas, é o estilo de vida Bees of Love, alto astral, leveza e alegria!”, se orgulha. Monique , Georgia e Ana Beatriz


Marta Isaksen


Marta Isaksen e Georgia Buffara fazem entrega de cobertores


Marta Isaksen, de 59 anos, conta que já foi voluntária em diversas ações ao lado da Geórgia, desde que se conheceram, há 17 anos. Ela destaca que construíram essa amizade a partir da solidariedade, quando ambas faziam parte de outra ONG. Para ela, a criação do Bees of Love foi fundamental. “Na época, víamos somente coisas ruins na mídia. A nossa brincadeira no início era ‘pare de reclamar, saia do sofá e faça alguma coisa’! Percebemos que conseguimos mobilizar pessoas, unir um grupo em prol de uma iniciativa boa”, afirma. Publicitária e abelha ativa nas ações e na arrecadação de doações, a voluntária conta que os projetos do solário e do quarto para as mães de crianças internadas no Instituto Nacional de Cardiologia (INC) foram momentos que coroaram a união e força da colméia. “A abelha trabalha em parceria, em conjunto, uma ajudando a outra. Não se consegue sozinha, precisamos da ajuda umas das outras”, conclui.


Fabíola David


Ana Beatriz Palhares e Fabíola David no Hospital Municipal Jesus


Fabíola David, de 53 anos, também faz parte do Bees of Love desde antes do seu início como instituição. A designer de interiores conta que conhece Georgia há mais de 15 anos e que sempre participou de eventos e ações sociais. “Com ela, eu topo tudo! Sei que é sempre visando ajudar o próximo, então entrei de cabeça no Instituto e amo estar junto com elas”, afirma. Fabíola já participou de diversas ações, das quais destaca a entrega do solário que o Bees of Love construiu no Instituto Nacional de Cardiologia e da brinquedoteca no Hospital Municipal Jesus. “A brinquedoteca me marcou especialmente porque nós vimos as crianças e as mães em muita angústia, nesse momento tão difícil. Ter esse espaço ameniza um pouco a dor e é importante para a recuperação”, afirma.


Vera Poppinga


Já a professora de literatura Vera Poppinga, de 55 anos, conheceu Georgia através da amiga em comum Marta Isaksen e, desde que percebeu a contribuição para ações sociais, foi contagiada pelas ações de amor ao próximo. “A sensação de contribuir para uma causa e ver uma etapa finalizada nos faz muito bem. E a Georgia é uma mulher de fibra, que canaliza todas as forças dela para essa transformação”, admira. Ela também fez parte das ações iniciais que dariam forma ao Instituto, como a construção do solário no INC e a movimentação para ajudar a reconstruir o ateliê de uma costureira em São Conrado. Mas, um dos destaques da abelha foi a distribuição de alimentos na rua. “Quando a pandemia chegou, a primeira coisa que pensamos foi que a situação era ainda mais séria e que não podíamos fugir disso. Apesar de estar em isolamento social, eu contribuí e preparei marmitas. Tem espaço para cada uma contribuir da sua forma”, conclui.


Essa colméia de solidariedade tem outras voluntárias com histórias para contar. Em breve, apresentaremos um novo grupo de abelhas.




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