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Livro “Ana Botafogo: palco e vida” está à venda na Ana Botafogo Maison

Na quarta-feira, ‘abelhas’ se reuniram na loja para nova tarde de autógrafos

Ana Botafogo autografa sapatilhas de ballet para Georgia Buffara

Lançado no mês passado pelo Instituto Bees of Love no Theatro Municipal, o livro “Ana Botafogo: palco e vida”, escrito pelo pai de Ana, o médico Ernani Fonseca, está disponível agora para venda na Ana Botafogo Maison.


A loja da bailarina, especializada em artigos de dança, fica em Ipanema. O endereço é Rua Visconde de Pirajá, 371 - sobreloja 213. Na quarta-feira (20), uma tarde de autógrafos intimista reuniu nossas ‘abelhas’ para comemorar o sucesso de vendas desde o lançamento da publicação.


Quem quiser garantir o livro deve ligar para a loja, no número (21) 3579-2007, e reservar o exemplar, que poderá vir autografado pela bailarina. A publicação revive importantes momentos da vida profissional e pessoal de Ana, trazendo registros da imprensa e o olhar de um pai orgulhoso de suas conquistas.


“Depois do sucesso do lançamento no Theatro Municipal, fizemos uma tarde de autógrafos em minha loja, a Ana Botafogo Maison, onde os livros serão vendidos a partir de agora. Convido a todos que desejam comprar o livro a visitarem a Ana Botafogo Maison, que fica na Praça Nossa Senhora da Paz, em Ipanema. Se ligarem com antecedência, eu posso autografar o exemplar para quem for buscá-lo”, disse a bailarina.


Na quarta, voluntárias receberam autógrafos em seus exemplares, e até ensaiaram alguns passos de ballet. “A nossa tarde foi divertida, nós dançamos e nos tornamos bailarinas por um dia. É um momento de comemoração dessa parceria com a Ana Botafogo, com várias ‘abelhas’ presentes. O livro é uma história de amor de pai para filha, que também fala sobre a história do Rio de Janeiro. É muito importante termos esse registro”, relata Georgia Buffara, presidente do Instituto Bees of Love.


A renda com o livro irá, em parte, para a reforma da maternidade do Hospital Municipal Miguel Couto. A unidade atende cerca de 200 mulheres por mês, moradoras de comunidades como Rocinha, Vidigal e Rio das Pedras, e precisa modernizar as instalações.


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