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Pessoas em vulnerabilidade recorrem a restos de carne e ossos

Atualizado: Out 5

Reportagem mostra desespero de quem está passando fome



Instituto Bees of Love já distribuiu cerca de 30 mil quentinhas nas ruas

As imagens veiculadas pelos jornais O Globo e Extra, esta semana, que mostram pessoas em extrema vulnerabilidade em busca de restos de comida para se alimentar, chocaram o Rio. Uma reportagem feita no bairro da Glória, Zona Sul da cidade, mostrou um motorista de caminhão e um ajudante de uma empresa que recolhe restos de carne, pelanca e ossos de supermercados doando uma parte do que foi reunido a quem passa fome.


A cena é desoladora. As pessoas fazem um “garimpo” para separar o que serve para levar à panela. A reportagem revela a rotina de quem está em alto risco social no Rio. Às terças e quintas-feiras, o grupo retratado forma uma fila para receber uma parcela dos restos. A matéria do Jornal Extra conta a história de algumas dessas pessoas - a maioria está sem trabalho e/ou em situação de rua.


As reportagens lembram que o desemprego já atinge 14,4 milhões de brasileiros, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Como se sabe, a pobreza foi acentuada durante a pandemia de Covid-19 (veja matéria em nosso site).


Segundo o Levantamento da Rede Brasileira de Pesquisas em Segurança Alimentar e Nutricional, mais de 116,8 milhões de brasileiros vivem sem acesso pleno e permanente a alimentos, dos quais 19,1 milhões passam fome.


Para buscar apoiar pessoas em extrema pobreza, o Instituto Bees of Love vem atuando em várias frentes durante a pandemia. Nossas “abelhas” se uniram para arrecadar mais de cinco mil cestas básicas para a campanha Rocinha sem fome. Nas ruas, o Instituto já distribuiu cerca de 30 mil quentinhas, além de cobertores e kits de higiene.


Junte-se a nós! Você pode fazer a sua parte: acesse o link e doe!

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